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Felicidade no trabalho

Dicas sobre Sites | 28 de agosto de 2017

O que é trabalho, afinal? O quanto ele faz parte de minha vida? Quando ele se torna ideal? O certo é que passamos boa parte do nosso tempo no ambiente de trabalho. Sempre questionei o motivo deste espaço não ser também uma oportunidade de felicidade real e não apenas o local onde se “ganha o pão“.

A tal felicidade real que me refiro é uma reflexão à pergunta – Quando a felicidade é possível no trabalho? – que gera outras três. Quando eu receber aquele aumento? Quando eu me aposentar? Ou quando descobrirem o mal que aquele chefe faz à equipe e o demiti-lo?

Recentemente tive a oportunidade de sair da minha cidade (Franca-SP) e vivenciar em São Paulo, por quatro meses (Conteúdo, evangelização, monitoramento nas Mídias Sociais para a campanha Marina Silva), um novo olhar nas relações de trabalho. Algo novo se abriu para mim durante esse período. Os muros corporativos hierárquicos ruíram. A luz iluminou o ambiente ao redor e pude perceber a imensidão de ótimas possibilidades de vida dentro do mundo corporativo. Desde então – continuo com o grupo (MVL – Comunicação), mas atuando de Franca -, tenho vivido experiências ímpares que refletem positivamente no meu comportamento pessoal e profissional.

Sim, já vivi momentos grandiosos profissionais, mas, olhando hoje, vejo que a paixão, a dedicação e o desejo estavam mais para a minha profissão e nas coisas que amo fazer do que na empresa. Todo este meu “tesão” bloqueava e afastava de mim um pouco a má gestão corporativa. Mas anda assim é fundamental a empresa primar, incentivar e criar relações saudáveis, verdadeiras e palpáveis de felicidade no ambiente de trabalho.

A discussão sobre um Novo Olhar sobre as Relações de Trabalho é atual e desafiador. E já pautou revistas e jornais especializados quando o assunto é mundo corporativo. Este é o momento para identificar e colocar em prática modelos de trabalho que priorizem a auto-responsabilidade, a criatividade, a inspiração, a ética, o trabalho colaborativo (e não apenas competitivo).

A ideia da “New Age” não é a minha cara e nem a minha praia, mas precisamos nos espelhar e aprender a olhar olhares diferentes e trazer para dentro do contexto próprio. Nesse sentido, acabei de ser apresentado ao Semente Una, uma rede aberta de profissionais que trabalham pela construção de um mundo sustentável.

A filosofia deste grupo é a de que o trabalho deve ser estimulante e demandar soluções criativas. O trabalho deve ser desafiador dentro dos limites de uma zona de desconforto que não bloqueie o indivíduo porque ele não sabe fazer, mas que o desafie a avançar, deve permitir que o indivíduo expresse o máximo de seus potenciais, e estimular que novos potenciais aflorem.

Enfim, o trabalho deve ser significativo e importante para o indivíduo. Deve ser norteado pelo senso de um propósito maior, existencial, que traga sentido para a vida do indivíduo inserido na sociedade. Esses pontos respondem às perguntas deixadas no início deste artigo.



Fonte: jornalistamasini.wordpress.com