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A Importância de um Site Profissional 2

Marketing | 27 de abril de 2015

Fato: A internet é um ambiente e não uma mídia. Este conceito serve para entendermos que um site é um ponto de venda, um escritório, uma sede da empresa e não apenas uma peça publicitária. Para muitas empresas seu site é uma filial, para outras, a sua matriz. 

Claro que, apenas ter um site não nos garante a conquista de nossos objetivos. Para isso, o primeiro passo, é fazer um diagnóstico de como a empresa funciona, buscando o entendimento de como as transações comerciais acontecem; qual o perfil do público-alvo; quais os diferenciais competitivos que atraem este público e como será o equilíbrio entre expectativa de resultados e o investimento em esforços para alcançá-los. 

A este conjunto de estratégias, damos o nome de Marketing Digital, que vem ganhando força pelo seu poder de construir resultados, segmentando o alcance das campanhas e prospectando clientes, através de estratégias de compartilhamento de conteúdo e interação em Redes Sociais. 

Uma pesquisa da TG.Net de junho de 2012 revela que 74% dos brasileiros haviam entrado na internet nos seis meses anteriores, para obter informações sobre produtos antes de comprá-los. Além disso, 68% concordam total ou parcialmente com a afirmação de que “A internet me ajuda mais que a televisão para decidir que produto comprar”. Cerca de 7 em cada 10 internautas brasileiros (69%) também afirmam que encontram informações sobre produtos na internet que não conseguem achar em nenhum outro lugar. (fonte: http://brasillink.usmediaconsulting.com)

Ter um site profissional, portanto, é criar uma central para suas campanhas online. Tudo deve passar por ele, seus registros, informações, participações em eventos, promoções, destaques... Pois, um comportamento que já se tornou habitual entre os internautas e consumidores brasileiros, é o de pesquisar no site das empresas, sobre quaisquer informações relativas a elas, ou seja, no caso de uma promoção, se ela não estiver descrita no site da empresa, as pessoas poderão pensar que ela nem existe, que se trate apenas de um boato. 

Outro forte argumento a considerar é que, caso o empreendedor não goste, “pessoalmente”, de navegar na internet, ele pode estar ignorando a possibilidade de seus clientes gostarem e de seus concorrentes amarem, ainda mais, devido a esta sua opção.



Artigo publicado no Jornal Correio Vacariense em 18/04/2015.